A diarreia é uma condição clínica que modifica o trânsito intestinal promovendo uma redução da consistência das fezes – indo de amolecidas até líquidas, em muitos casos.
Quando olhamos para a epidemiologia da diarreia, somos capazes de identificar uma vasta literatura médica sobre o assunto.
Inclusive, estudos recentes mostram que 1 bilhão de pessoas no mundo, pelo menos uma vez por ano, irão apresentar quadros diarréicos agudos.
Além disso, essa doença é considerada uma das principais causas quando nos referimos à mortalidade infantil – sendo ela a causadora de cerca de 8% das mortes de crianças com idade abaixo de 5 anos.
Outra pesquisa que nos apresenta dados epidemiológicos infantis, publicada no Jornal de Pediatria, aponta que, aproximadamente, 2 milhões de crianças morrem por diarreia no mundo todo anualmente.
Em sua maioria, são crianças encontradas em países subdesenvolvidos e habitantes de regiões que não possuem condições básicas de saneamento, dentre outros aspectos.
No artigo de hoje, você será capaz de explorar o que é, quais são os principais tipos e causas, quais os perigos associados, sintomas e os possíveis tratamentos para a diarreia.
Vamos lá? Então, continue conosco e tenha uma excelente leitura!
Quais são as principais causas da diarreia?
Existem várias causas que podem desencadear quadros agudos de diarreia. Geralmente, logo pensamos em uma intoxicação alimentar, por exemplo.
Por isso, quando há esses episódios, logo paramos para refletir quais alimentos diferentes foram ingeridos ao longo do dia – justamente para que se encontre uma resposta.
No entanto, a comida e/ou a bebida que ingerimos não são as únicas causas possíveis para que quadros de diarreia sejam desencadeados.
Com os avanços na área médica, pode-se descobrir outras causas que possuem um alto potencial para promover o desenvolvimento da diarreia, tais como:
- determinadas infecções virais;
- intolerância ao sorbitol (adoçante produzido a partir de glicose);
- problemas que acometem a motilidade do trânsito intestinal;
- parasitas que se alojam no intestino, como giardíase e amebíase;
- efeitos colaterais de alguns medicamentos;
- altas doses de vitamina, como a vitamina C, por exemplo;
- utilização prolongada de antibióticos;
- intolerância à lactose;
- infecções bacterianas, principalmente por Shigella spp. e Salmonella.
O que realmente significa ‘ter diarreia’?
Uma pessoa “tem” diarreia quando o seu trânsito intestinal fica desarranjado, sendo seguido de um aumento no volume evacuatório e a apresentação de fezes líquidas ou amolecidas (em estágios iniciais).
Ela se dá, na verdade, quando há a ocorrência de um desequilíbrio entre os fluidos corporais secretados pelo intestino e sua respectiva absorção.
Esse problema, como você pode conferir, pode ser desencadeado por conta de uma lesão que promova uma redução absortiva ou por meio de uma enterotoxina.
Principais tipos de diarreia
Hoje, são conhecidos vários tipos de diarreia, as quais são classificadas por conta de seu processo fisiopatológico e como ele se desenvolve no indivíduo.
Abaixo, elencamos os principais tipos de diarreia para que você consiga entender de forma mais aprofundada o assunto.
Acompanhe!
Diarreia comum
A diarreia considerada “comum” é o caso mais simples de diarreia, como o próprio nome sugere, e pode provocar fezes aguadas e soltas, com duração de, no máximo, 2 semanas.
Ela é frequentemente observada em crianças e idosos, mas pode ser apresentada em adultos, principalmente quando há uma junção de remédios, estresse e até mesmo ingestão de alimentos contaminados com algum microorganismo.
Diarreia infecciosa
A diarreia infecciosa também é, geralmente, encontrada em crianças e pode desencadear outros sintomas, além dos característicos da diarreia, como a perda de apetite e febre.
Ela é causada pela infecção de bactérias ou vírus e, caso não seja tratada de forma adequada, pode agravar para quadros crônicos de diarreia.
No entanto, caso ela seja tratada imediatamente, os sintomas podem desaparecer em, aproximadamente, 7 dias.

Diarreia crônica
A diarreia crônica é aquela que pode perdurar por mais de 15 dias (2 semanas) de forma contínua, mesmo que as evacuações líquidas não sejam tão frequentes ao longo deste período.
Quando há a instalação desse quadro diarreico, é necessário buscar ajuda médica para que a causa seja devidamente investigada.
Dessa forma, a melhor conduta terapêutica será traçada e, assim, o paciente poderá ter sua qualidade de vida e bem-estar restabelecidos o mais rápido possível.
Diarreia por infecção parasitária
A diarreia por infecção parasitária, como a causada por giardíase ou até mesmo amebíase, podem causar os sintomas clássicos da diarreia comum.
No entanto, na maioria dos casos, ela pode desencadear dores no estômago, flatulência, prisão de ventre, fezes com sangue e febre.
Esse quadro diarreico é observado frequentemente em regiões precárias e que não possuem saneamento básico ou em localidades de clima temperado.
Qual é a diferença entre diarreia e disenteria?
Muitas pessoas acabam confundindo, realmente, a diarreia de quadros de disenteria. Porém, a diferença é bem característica e alguns aspectos precisam ser considerados.
A diarreia, por sua vez, é o aumento do volume fecal, com desordem do trânsito intestinal, e alteração na consistência das fezes.
Por outro lado, a disenteria é um tipo de diarreia, mas que apresenta muco, sangue nas fezes e dores (não só ao evacuar, diga-se de passagem).
Casos de diarreia, se bem tratados, costumam passar em, no máximo, 2 semanas. Agora, a disenteria, principalmente se for persistente, precisa de atenção médica urgentemente.
Isso porque, ela pode desencadear quadros de desidratação crônica e, em alguns cenários, levar o paciente ao óbito.
Possíveis complicações da diarreia
As complicações mais frequentes em quadros de diarreia são:
- desidratação;
- desnutrição crônica;
- diarreias por repetição;
- retardo no crescimento e desenvolvimento da estatura, peso e de ordem intelectual;
- óbito.
Com relação à desidratação, existem alguns sinais clínicos que são capazes de identificá-la de forma adequada para que, então, o melhor tratamento seja estabelecido.
Assim, ao perceber alguns sintomas, como olhos fundos, língua e boca secas, redução do volume urinário, sede excessiva etc., o médico deverá ser procurado urgentemente.
Isso porque, em quadros mais graves de diarreia, intervenções mais urgentes devem ser realizadas para garantir que o quadro do paciente seja restabelecido o mais rápido possível.
Como tratar a diarreia?
Boa parte dos quadros de diarreia não requerem intervenção medicamentosa específica, principalmente quando os casos são agudos e infecciosos.
Dessa forma, basta haver uma preocupação com a hidratação, ingerindo bastante água, sucos e, por que não, soro fisiológico caseiro – inclusive após as evacuações.
Nos casos mais graves, por outro lado, é necessária internação do paciente e soro na veia, bem como a aplicação de outros cuidados.
Contudo, antes de estabelecer a melhor conduta terapêutica, o médico fará uma avaliação clínica personalizada para identificar a principal causa da diarreia.
Para isso, como reforço, pode ser que haja a necessidade de realizar exames complementares, como exame de fezes, exame de sangue etc.
Como prevenir a diarreia?
Além dos cuidados básicos com a alimentação e higiene sanitária, alguns medicamentos probióticos podem ser utilizados não só para tratar, como também prevenir a diarreia.
Com este objetivo, surge o Floratil, um probiótico prático e eficaz para o devido tratamento da diarreia, bem como de suas principais causas, fazendo com que haja uma restauração da microbiota intestinal.

Conclusão
No conteúdo de hoje, você foi capaz de aprofundar os seus conhecimentos sobre o que é, quais são as principais causas e tipos e qual o melhor tratamento para a diarreia.
Além disso, pode conferir que uma das alternativas mais eficazes na prevenção de quadros diarreicos é a utilização de medicamentos probióticos, como o Floratil.
Lembre-se: sua vida não pode esperar. Confie em quem sabe. Confie em Floratil!
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