A disenteria é uma condição que causa sintomas debilitantes, entre eles a diarreia e é oriundo de infecções intestinais, em sua maioria bacteriana.
Essa é uma condição intestinal que afeta inúmeras pessoas anualmente, pois sua transmissão é relativamente simples.
Seus sintomas incluem, mas não estão limitados a, cólicas abdominais, febre e diarreia com sangue ou muco.
Diversos são os causadores, abrangendo bactérias como a Shigella, protozoários como a Entamoeba histolytica, e até mesmo certos vírus e parasitas.
Vamos entender todas essas causas, as formas de evitar e principalmente como conseguir alívio para os desconfortantes sintomas da disenteria. Acompanhe.
O que é disenteria?
A disenteria é uma doença gastrointestinal caracterizada por inflamação severa do intestino, principalmente do cólon¹.
Essa condição médica geralmente se apresenta com ataques de diarreia que contêm sangue, muco ou pus.
Costuma ser mais predominante em regiões com saneamento precário, e é contagiosa e pode ser causada por agentes infecciosos, como certas bactérias e protozoários, propagando-se rapidamente.
Se negligenciada, pode ser grave, enfatizando a necessidade de atenção médica imediata e de práticas higiênicas rigorosas para sua prevenção e controle.
Identificar os sintomas precocemente é chave para o tratamento eficaz e a recuperação da saúde intestinal.
O que causa a disenteria?
A disenteria é provocada principalmente por dois tipos de agentes infecciosos: bactérias e protozoários.
As bactérias mais frequentes incluem Shigella, Salmonella, Campylobacter e, em certos casos, a Escherichia coli (E. coli) enteroinvasiva.
Já a forma amebiana é causada pelo Entamoeba histolytica, um protozoário que invade o revestimento do cólon.
Sua principal forma de transmissão é via ingestão de alimentos ou água contaminados, bem como pelo contato direto com superfícies ou pessoas infectadas.
Hábitos de higiene precários e condições sanitárias inadequadas elevam significativamente o risco de surtos dessa enfermidade.
Tipos de disenteria
A disenteria, um mal-estar gastrointestinal incômodo que, conforme vimos, divide-se principalmente em dois tipos: amebiana e bacilar².
A disenteria amebiana é causada pelo protozoário Entamoeba histolytica, e é comum em áreas de higiene precária, afetando indivíduos através da ingestão de matéria fecal contaminada presente na água ou no alimento.
Por outro lado, a disenteria bacilar é geralmente resultado de uma infecção por bactérias do gênero Shigella e pode se espalhar em ambientes coletivos lotados.
Ambos os tipos compartilham sintomas similares, mas requerem diferentes abordagens diagnósticas e terapêuticas.
O tratamento adequado e oportuno é decisivo para prevenir complicações e promover um retorno pleno à saúde e demanda um diagnóstico profissional para identificação precisa da causa.

Conheça os sintomas da disenteria
Os sintomas da disenteria podem variar a depender do tipo, mas de forma geral envolvem diarreia intensa, que pode ser acompanhada de sangue e muco³.
Em conjunto a isso, podem aparecer sinais como violentas cólicas abdominais, febre e, em algumas ocasiões, vômitos.
A perda de apetite e um sentimento persistente de fadiga também são relatos frequentes na maioria dos casos.
Esses sintomas podem levar a uma desidratação rápida, exigindo vigilância e, muitas vezes, intervenção médica.
Qual é a diferença entre disenteria e diarreia?
A disenteria e a diarreia são distúrbios gastrointestinais, mas com diferenças importantes pensando em tratamento.
Enquanto a diarreia é caracterizada principalmente por fezes líquidas frequentes e volumosas, a disenteria envolve inflamação grave do intestino, resultando em diarreia grave acompanhada de sangue, muco ou pus.
Também é comum que a desinteria venha acompanhada de dores abdominais intensas e pode ser um sinal de uma infecção bacteriana, viral ou parasitária mais séria.
Portanto, enquanto a diarreia pode ser um sintoma comum e ocasional, a disenteria é uma condição médica específica que usualmente exige diagnóstico e tratamento médico.
Como prevenir essa doença intestinal?
A principal prevenção para disenteria envolve evitar o contato direto dos patógenos causadores dessa incômoda condição4.
A higiene é o fator mais importante, portanto lavar as mãos rigorosamente antes de comer e após usar o banheiro pode reduzir significativamente a propagação de patógenos.
É essencial beber água tratada ou fervida e consumir alimentos bem cozidos, evitando consumir produtos crus não higienizados.
Para saladas e legumes, recomenda-se usar soluções desinfetantes para lavagem desses alimentos que garantam a eliminação de possíveis bactérias contidas nas folhas.
Dentro do possível, deve-se evitar o contato com pessoas infectadas e assegurar a limpeza de superfícies que possam estar contaminadas.
Quando viajar para áreas onde a disenteria é comum, o cuidado extra com a qualidade da água e alimentos consumidos é imprescindível.
Por fim, implementar ações de saneamento básico e educação sanitária também são medidas eficientes para a prevenção em larga escala da propagação da doença.

O que é bom para tratar disenteria?
O tratamento da disenteria envolve a administração de medicamentos destinados a combater o agente infeccioso responsável, seja ele um parasita ou uma bactéria.
Em paralelo, algumas ações são recomendáveis a fim de aliviar os sintomas, como as cólicas e diarreia.
Importante também é a hidratação, muitas vezes com soluções como soro caseiro, bebidas isotônicas e repouso.
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Conclusão
Vimos as características distintas da disenteria, uma condição inflamatória intestinal que causa grande desconforto e requer diagnóstico e tratamento adequados.
Compreender as causas, sintomas e os tipos predominantes, é essencial para a detecção precoce e a gestão eficaz da doença.
Além disso, enfatizamos a importância de medidas preventivas, como uma higiene impecável e práticas adequadas de consumo de água e alimentos.
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