A diarreia com espuma pode aparecer em determinados casos, e nem sempre é um indicativo de algo mais grave.

Se caracteriza pela presença de bolhas de ar nas fezes que geram uma espuma branca, amarelada ou verde a depender das suas causas.

Geralmente é um indicativo de excesso de gases no intestino, no entanto é importante se atentar a outros sinais e saber a hora de procurar tratamentos.

Aqui você vai entender melhor as causas da diarreia com espuma e outras variações, além dos principais tratamentos preventivos e os benefícios do Floratil para saúde intestinal.

Como devem ser as fezes normais?

As fezes normais são aquelas que têm uma consistência firme, mas não dura, uma forma cilíndrica e uma cor marrom.

Quanto a frequência de evacuação, pode variar de cada pessoa, ficando em torno de 2 a 3 vezes por dia.

Aumento nessa frequência, na consistência ou aparência das vezes pode indicar algum desequilíbrio da flora intestinal.

Quais são as possíveis causas da diarreia com espuma?

As causas da diarreia com espuma em geral são as mesmas de qualquer outra diarreia, e a presença de de espuma indica apenas a presença de gases no intestino.

Dentre as causas mais comuns temos:

  • Infecções intestinais: causadas por vírus, bactérias ou protozoários que invadem o intestino e provocam inflamação, irritação e aumento da secreção de água e eletrólitos pelas células intestinais;
  • Intolerâncias alimentares: ocorrem quando o organismo não consegue digerir ou absorver adequadamente algum componente dos alimentos, como lactose (açúcar do leite), glúten (proteína do trigo) ou frutose (açúcar das frutas);
  • Doenças inflamatórias intestinais: são doenças crônicas que causam inflamação e ulceração da mucosa intestinal, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa.

É normal ter muco nas fezes?

Sim, porém em pequenas quantidades, geralmente imperceptível.

Já a presença de muco excessivo nas fezes indica algum desequilíbrio na flora intestinal.

Como tratar a diarreia com espuma?

O tratamento da diarreia com espuma depende da sua causa, mas em geral envolve as seguintes medidas:

Hidratação:

É fundamental repor os líquidos e os sais minerais perdidos pela diarreia, para evitar a desidratação e o desequilíbrio hidroeletrolítico.

A hidratação pode ser feita por via oral, com água, sucos naturais, chás ou soro caseiro (uma colher de chá de sal e uma colher de sopa de açúcar para cada litro de água), ou por via intravenosa, em casos mais graves.

Ingestão de água em quantidade suficiente diariamente também é uma boa forma de prevenção da diarreia.

Alimentação:

Manter uma alimentação leve, equilibrada e fracionada, evitando alimentos que possam piorar a diarreia, como frituras, gorduras, condimentos, leite e derivados, cafeína, álcool e alimentos ricos em fibras.

Os alimentos recomendados são os cozidos, assados ou grelhados, como arroz, macarrão, batata, cenoura, frango, peixe, banana, maçã e pera.

Alimentação devidamente equilibrada mantém a flora intestinal sempre em dia o que previne a diarreia de forma geral.

Medicamentos:

Os medicamentos podem ser usados para aliviar os sintomas da diarreia ou tratar a sua causa específica.

Para os sintomas de desconforto abdominal pode se usar antiespasmódicos para reduzir a dor, enquanto os antidiarreicos cortam a evacuação permitindo que a pessoa possa atender compromissos em casos de emergência.

Doenças intestinais crônicas vão demandar remédios específicos enquanto casos de infecção bacteriana podem demandar uso de antibióticos, mas sempre sob recomendação médica.

Outra opção eficiente e segura é o uso de probióticos como o Floratil, que tem microorganismos eficazes no controle e alívio dos sintomas da diarreia.

Quando procurar ajuda?

A diarreia com espuma geralmente é um sintoma transitório e benigno, que se resolve em poucos dias com as medidas de hidratação, alimentação e medicamentos adequados.

Contudo, em alguns casos, pode ser um sinal de uma condição mais grave, que requer atenção médica.

Os sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar ajuda são:

  • Diarreia com espuma que dura mais de uma semana;
  • Quando acompanhada de febre alta, calafrios, vômitos ou perda de peso;
  • Presença de sangue, pus ou gordura nas fezes;
  • Desidratação, manifestada por sede intensa, boca seca, olhos fundos, pele seca e sem elasticidade, diminuição da urina e da pressão arterial;
  • Diarreia aguda em pessoas com baixa imunidade, como idosos, crianças, gestantes, portadores de doenças crônicas ou usuários de medicamentos imunossupressores.

Perguntas Frequentes sobre diarreia com espuma

As principais dúvidas e suas respectivas respostas sobre o tema são:

É normal ter espuma nas fezes?

Não é normal ter espuma nas fezes, pois indica um excesso de gases no intestino, que pode ser causado por uma má digestão ou por uma alteração na flora intestinal.

A espuma nas fezes pode estar associada à diarreia ou à constipação.

Quais são os tipos de diarreia?

A diarreia pode ser classificada em dois tipos principais: osmótica e secretora.

A diarreia osmótica ocorre quando há uma substância não absorvível no intestino que atrai água para o seu interior, aumentando o volume e a liquidez das fezes.

Já a diarreia secretora ocorre quando há uma estimulação das células intestinais para secretar água e eletrólitos para o lúmen intestinal, aumentando o volume e a liquidez das fezes.

Qual é a diferença entre fezes pastosas e diarreia?

As fezes pastosas são aquelas que têm uma consistência mole, mas não líquida, e costumam ser decorrentes do consumo de alimentos muito gordurosos ou laxativos.

A diarreia, por sua vez, é eliminação de fezes no estado líquido ou aquoso, e ocorre com grande frequência.

Conclusão

A diarreia com espuma é um sintoma que pode causar desconforto mas nem sempre é algo preocupante.

É importante estar atento a outros sintomas associados à diarreia para entender se há necessidade de intervenção médica.

Vimos também que a diarreia em todas as suas formas pode ser tratada com hidratação, alimentação e medicamentos adequados, como o Floratil, que ajuda a restaurar a flora intestinal e aliviar os sintomas.

Lembrando que a persistência dos sintomas por mais de 2 semanas pode indicar algum problema intestinal mais grave e deve ser tratado por um médico especialista.

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